MANUAIS ESCOLARES DE LÍNGUA MATERNA: UMA HISTÓRIA DE (DES)ENCANTAR

Autores

  • Rita Simões Universidade do Minho
  • Renata Junqueira de Souza da Faculdade de Ciências e Tecnologia – UNESP
  • Fernando Azevedo Universidade do Minho

DOI:

https://doi.org/10.14572/nuances.v12i13.1668

Palavras-chave:

manuais escolares, literacia, iniciação à leitura

Resumo

Os manuais escolares mantêm uma relação muito próxima com a sala de aula e, por conseguinte, com a prática docente. Os manuais tornaram-se um objecto tendencialmente totalitário que abarca conteúdos, guias de pedagogia e de avaliação sendo, em muitos casos, o único recurso didáctico utilizado. Procedendo-se à análise de alguns manuais do 1º Ciclo do Ensino Básico, e em especial, manuais do 1º ano de escolaridade, concluímos que o método sintético predomina e guia a prática dos docentes, que parecem esquecer que é sua tarefa ensinar as crianças a ler em situações efectivas de aprendizagem.

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Como Citar

SIMÕES, R.; SOUZA, R. J. de; AZEVEDO, F. MANUAIS ESCOLARES DE LÍNGUA MATERNA: UMA HISTÓRIA DE (DES)ENCANTAR. Nuances: Estudos sobre Educação, Presidente Prudente, v. 12, n. 13, 2005. DOI: 10.14572/nuances.v12i13.1668. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/Nuances/article/view/1668. Acesso em: 27 set. 2022.

Edição

Seção

Dossiê