MEDICALIZAÇÃO DAS DIFERENÇAS FUNCIONAIS – CONTINUISMOS NAS JUSTIFICATIVAS DE UMA EDUCAÇÃO ESPECIAL SUBORDINADA AOS DIAGNÓSTICOS

Autores

  • Carla Biancha Angelucci Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.14572/nuances.v25i1.2745

Palavras-chave:

medicalização, deficiência, educação especial, diferenças funcionais, identidade

Resumo

Este artigo parte de um levantamento da literatura acadêmica sobre deficiência na base de dados SciElo que permite reconhecer a permanência da centralidade das preocupações em torno de estudos de causalidade e de estratégias de aprendizagem e desenvolvimento. Hegemonicamente, o olhar que define a maneira como lidamos com a população com deficiência procura pelas ausências, pelas diferenças em relação a uma corporeidade dita normal. Apresento documentos legais internacionais e nacionais que permitem a compreensão da maneira como está organizado o serviço educacional destinado a esse segmento populacional e sua subordinação à lógica de produção de diagnósticos em Saúde. Discuto a alteração da terminologia deficiência por diferenças funcionais. Por fim, utilizando a distinção entre diferenças e o(a) diferente na escola, apresento um esboço de colaboração para um processo de escolarização a partir das diferenças humanas, não a despeito delas: o resgate das narrativas.

http://dx.doi.org/10.14572/nuances.v25i1.2745

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Biografia do Autor

Carla Biancha Angelucci, Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo

Professora do departamento de Filosofia da Educação e Ciências da Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo - campus São Paulo

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Publicado

22-05-2014

Como Citar

ANGELUCCI, C. B. MEDICALIZAÇÃO DAS DIFERENÇAS FUNCIONAIS – CONTINUISMOS NAS JUSTIFICATIVAS DE UMA EDUCAÇÃO ESPECIAL SUBORDINADA AOS DIAGNÓSTICOS. Nuances: Estudos sobre Educação, Presidente Prudente, v. 25, n. 1, p. 116–134, 2014. DOI: 10.14572/nuances.v25i1.2745. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/Nuances/article/view/2745. Acesso em: 2 dez. 2022.

Edição

Seção

Dossiê