Education in the countryside and alternation pedagogy: a contested territory
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-675520252810235Keywords:
Instituto Federal , Formação integral, Escolas agrotécnicas, Educação profissional, Luta pela terraAbstract
Este artigo, cuja metodologia é a de revisão bibliográfica e entrevistas semiestruturadas com análise de informações obtidas à luz dos procedimentos indicados por Bardin (2011), tem o desafio de debater, sob a perspectiva docente, a educação do campo e a pedagogia da alternância no Instituto Federal Catarinense (IFC), campus Abelardo Luz-SC. Para tanto, mergulhamos nos significados e concepções de educação do campo e pedagogia da alternância e percebemos que, no Brasil, essas práxis têm se constituído por meio da pedagogia dos movimentos sociais de luta pela terra, particularmente, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, que vem experienciando a formação integral em suas práticas educativas. O campus Abelardo Luz é o único campus da Rede Federal de Educação Científica e Tecnológica que se encontra em assentamento rural. Recentemente, a sua legitimidade de estar no território de assentados foi publicamente contestada, seja por agentes políticos e econômicos locais, ou mesmo por servidores do campus. Isso nos levou a tê-lo como objeto de nossa pesquisa, cujo problema é compreender, sob a perspectiva docente, a educação do campo e a pedagogia da alternância que se faz no campus Abelardo Luz.
Downloads
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 REVISTA NERA

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os artigos publicados na Revista NERA devem seguir, obrigatoriamente, as diretrizes sobre ética e integridade na prática científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), disponíveis em seu sitio na internet (http://memoria.cnpq.br/normas/lei_po_085_11.htm). Em caso de infração às referidas diretrizes por qualquer texto publicado, o artigo será formalmente retirado de publicação, conforme a prática da comunidade científica internacional. A submissão de qualquer texto à Revista NERA implica na aceitação plena deste procedimento. As ideias e conceitos emitidos nos artigos são de inteira responsabilidade dos autores. Reforçamos que após a publicação do artigo o mesmo não será despublicado caso haja solicitação por parte dos(as) autores(as).
Lembramos que todos os manuscritos submetidos à Revista NERA são vereficados no software de similaridade "iThenticate". Os manuscritos com plágio verificado são automaticamente negados e os(as) autores(as) comunicados.
A licença utilizada pela Revista NERA é Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional (CCBY 4.0).
A política de arquivamento é a Licença LOCKSS.











