Instrumentos de planejamento urbano enquanto agentes de transformação e permanência da paisagem urbana
DOI:
https://doi.org/10.33081/33e026008Palavras-chave:
História oral, Paisagem, Planejamento urbanoResumo
O presente artigo tem por objetivo desenvolver uma discussão acerca de dois instrumentos de planejamento e gestão urbana – Zoneamento, Uso e Ocupação do Solo e Código de Obras – como agentes legislativos (trans)formadores daquilo reconhecido enquanto paisagem urbana. Para tanto, tem-se a delimitação de dois bairros da cidade de Londrina (PR) como recorte geográfico de estudo: Vila Casoni e Shangri-lá. Ambas as localidades apresentam paisagens, épocas de formação e culturas (i)materiais distintas entre si, carregando signos e significâncias diferentes ao contexto de formação da cidade. Para a realização deste estudo, dotaram-se duas abordagens metodológicas: a empírica: o empírico, voltada à pesquisa qualitativa e valorização do saber popular (história oral); e a teórica, destinada à investigação conceitual e histórica. Com a investigação, foi possível aferir identidades culturais e costumes de cada área estudada, bem como os reflexos socioculturais na paisagem urbana e, com isso, desenvolver uma análise crítica acerca dos instrumentos, presentes no PDPML (Plano Diretor Participativo do Município de Londrina 2008) e em leis específicas, e seu potencial preservacionista da paisagem cultural.
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