UTOPIA, CRISTIANISMO E CIÊNCIA DA NATUREZA NA NOVA ATLÂNTIDA DE FRANCIS BACON

Autores

  • Fabrício Pedroso Bauab Universidade Estadual do Oeste do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.33081/formacao.v4i23.4091

Resumo

Trata, o presente artigo, de problematizar a filosofia baconiana, enfatizando a questão da concepção de uma nova visão acerca da relação técnica-ciência (filosofia natural). Para tanto, tomamos por prerrogativa analisar a obra Nova Atlântida, publicada em 1627, um ano após a morte de seu autor, Francis Bacon. Concluímos que a trindade, formada pelos diálogos entre ciência, técnica e religião, discorridos na obra do autor, o levam à defesa do domínio da natureza pela junção ciência-técnica orientada pelo cristianismo como forma de redenção da humanidade após o flagelo da Queda. A nova posse da natureza, após a Queda, se daria, portanto, para o filósofo, pelo poder que o homem conseguiria após a criação desta nova trindade.

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Biografia do Autor

  • Fabrício Pedroso Bauab, Universidade Estadual do Oeste do Paraná
    Mestre e Doutor em Geografia pela Unesp-Presidente Prudente. Docente do Curso de Geografia da Unioeste Francisco Beltrão e do Programa de Mestrado em Geografia da Unioeste-Francisco Beltrão.

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Publicado

2017-04-26

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

UTOPIA, CRISTIANISMO E CIÊNCIA DA NATUREZA NA NOVA ATLÂNTIDA DE FRANCIS BACON. Formação (Online), Presidente Prudente, v. 4, n. 23, 2017. DOI: 10.33081/formacao.v4i23.4091. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/formacao/article/view/4091. Acesso em: 1 fev. 2026.