MEDICALIZAÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA DA DETERMINAÇÃO SOCIAL DO PROCESSO SAÚDE-DOENÇA

Melissa Rodrigues de Almeida, Rogério Miranda Gomes

Resumo


Nesse artigo buscamos realizar uma análise crítica do fenômeno da medicalização social e sua expressão na educação, utilizando-se do arcabouço científico-epistemológico da determinação social do processo saúde-doença. Em grande parte das elaborações atuais incorre-se à indústria farmacêutica o papel de principal determinante da medicalização. Porém, a ampliação da produção e consumo de atos, tecnologias e serviços de saúde, “esquadrinhando” cada dimensão da vida sob os ditames da biomedicina, é somente a manifestação mais visível de um processo mais complexo e profundo: o movimento de produção crescente de respostas no campo biomédico para manifestações de contradições sociais. Verificou-se que tal processo se apresenta também no campo da educação, por exemplo, ao buscar responder às necessidades de formação de indivíduos adaptados às atuais relações sociais.

http://dx.doi.org/10.14572/nuances.v25i1.2728


Palavras-chave


Medicalização; Determinação social; Educação; Saúde

Texto completo:

ARTIGO


DOI: https://doi.org/10.14572/nuances.v25i1.2728


Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação e do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia/Unesp - Presidente Prudente.

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