Análise teórico-metodológica de atividades não-agrícolas por produtores do Rio Grande do Sul

Alyson Bueno Francisco

Resumo


Este artigo visa apresentar a desconstrução de uma obra de Schneider (1999) baseada nas análises do objeto de estudo, a estrutura da obra, o método e a teoria. A proposta teórica de Schneider (1999) é fundamentada no paradigma do capitalismo agrário introduzido pela socióloga Maria Baudel Wanderley que se baseia na sobrevivência do camponês através de alternativas de trabalho além de sua propriedade rural, incluindo a pluriatividade. Neste sentido, este texto descontrói as justificativas apresentadas por Schneider (1999) para apoiar o uso do trabalho do camponês do vale do Rio Sinos no Rio Grande do Sul para a utilização de mão-de-obra na indústria coureiro-calçadista e o uso das propriedades rurais através de arrendamento das terras para a produção de lenha pela silvicultura. Em suma, Schneider utiliza sua proposta teórica para idealizar o bem-estar dos agricultores familiares (camponeses) através de atividades não-agrícolas, sendo uma forma de exploração deste trabalho pelas indústrias coureiros-calçadistas.

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DOI: https://doi.org/10.35416/geoatos.v1i6.5563

Direitos autorais 2018 Geografia em Atos (Online)

 ISSN: 1984-1647

E-mail para contato: geoatos.editorial@gmail.com

 

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