O TRABALHO DOMICILIAR FEMININO, COMO FORMA DA HORIZONTALIZAÇÃO DO CAPITAL

Terezinha Brumatti Carvalhal

Resumo


Neste trabalho procuramos expressar nossas considerações acerca das transformações no mundo do trabalho, já que com o declínio do fordismo e da implantação de um novo modelo de acumulação do capital baseado num modelo mais flexível de trabalho, diversas formas de trabalho foram sendo recriadas. Dentre essas, o trabalho domiciliar aparece como uma forma da horizontalização do capital, em que há uma desconcentração e flexibilização da produção, na medida em que o capitalista exerce a função de gerenciamento do processo produtivo, enquanto que a execução das funções produtivas se torna terceirizada. Essas funções são executadas em sua maioria por mulheres e tende a incorporar o trabalho dos filhos e maridos em longas jornadas de trabalho. As novas formas de trabalho estão sendo executadas pelas mulheres no âmbito do lar, seja pela “exclusão” de outros trabalhos, bem como pela conciliação em realizar a dupla jornada de trabalho.


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DOI: https://doi.org/10.33081/formacao.v1i15.735

Revista Formação (Online). ISSN: 1517-543X. E-ISSN: 2178-7298

 

 

INDEXAÇÕES E BASES BIBLIOGRÁFICAS

                         

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