MEDICALIZAÇÃO DAS DIFERENÇAS FUNCIONAIS – CONTINUISMOS NAS JUSTIFICATIVAS DE UMA EDUCAÇÃO ESPECIAL SUBORDINADA AOS DIAGNÓSTICOS

Carla Biancha Angelucci

Resumo


Este artigo parte de um levantamento da literatura acadêmica sobre deficiência na base de dados SciElo que permite reconhecer a permanência da centralidade das preocupações em torno de estudos de causalidade e de estratégias de aprendizagem e desenvolvimento. Hegemonicamente, o olhar que define a maneira como lidamos com a população com deficiência procura pelas ausências, pelas diferenças em relação a uma corporeidade dita normal. Apresento documentos legais internacionais e nacionais que permitem a compreensão da maneira como está organizado o serviço educacional destinado a esse segmento populacional e sua subordinação à lógica de produção de diagnósticos em Saúde. Discuto a alteração da terminologia deficiência por diferenças funcionais. Por fim, utilizando a distinção entre diferenças e o(a) diferente na escola, apresento um esboço de colaboração para um processo de escolarização a partir das diferenças humanas, não a despeito delas: o resgate das narrativas.

http://dx.doi.org/10.14572/nuances.v25i1.2745


Palavras-chave


medicalização; deficiência; educação especial; diferenças funcionais; identidade

Texto completo:

ARTIGO


DOI: https://doi.org/10.14572/nuances.v25i1.2745


Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação e do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia/Unesp - Presidente Prudente.

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