GEOGRAFIA E TENDÊNCIAS DO/NO MUNDO DO TRABALHO

Autores/as

  • Bruno Andrade Ribeiro Instituto de Educação Ciência e Tecnologia Baiano
  • Vanessa Dias de Oliveira Universidade Federal de Sergipe
  • Josefa de Lisboa Santos Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.33026/f903d232

Palabras clave:

Espaço, Crise, Capital, Trabalho, Geografia

Resumen

La producción del espacio está constituida por las determinaciones del trabajo. Bajo el sistema del capital, pensar las configuraciones y reconfiguraciones en el mundo del trabajo adquiere los contornos de una empresa metodológica cuyas contribuciones de la Geografía y del análisis crítico del espacio son indisociables. El análisis se delimita a partir de la centralidad del trabajo en el ámbito de la crisis estructural, donde el contenido de la crisis —como desmesura— confronta la forma (materialidad) y refleja una destitución de las sociabilidades estables y colectivas, reafirmando el espacio de la fragmentación y de la máxima individualización. En su núcleo, dos tendencias reflejan la espacialidad de la crisis: la primera definida por la movilidad intercontinental del trabajo; la segunda, centrada en las transformaciones de la esfera digital. Se llega a un estado de deshumanización, en el que las contradicciones tensionan el espacio de forma ininterrumpida. Por un lado, el proteccionismo determina el aumento de la xenofobia en las fronteras más movilizadas del planeta. Por otro lado, la competencia capitalista refleja la máxima mundialización del capital, tendencialmente apátrida.

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Publicado

2026-08-24

Número

Sección

ARTIGOS

Cómo citar

GEOGRAFIA E TENDÊNCIAS DO/NO MUNDO DO TRABALHO. (2026). PEGADA - A Revista Da Geografia Do Trabalho, 27(1), 118-144. https://doi.org/10.33026/f903d232