EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA CRÍTICA:

a interseção entre atlas escolares, cartografia social e contexto local

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Résumé

Este artigo examina criticamente o uso de mídias educacionais como ferramentas pedagógicas para uma Educação Ambiental transformadora no ensino de Geografia, analisando o processo de desenvolvimento do atlas escolar GEOPOTY focado na bacia hidrográfica do rio Potengi (RN). A pesquisa, de natureza qualitativa, adotou uma abordagem metodológica que combinou: (1) revisão sistemática da literatura sobre Educação Ambiental crítica e ensino de Geografia; (2) análise documental das diretrizes curriculares nacionais e estaduais; e (3) estudo de experiências similares de produção de materiais didáticos locais. Os resultados evidenciam que recursos educacionais baseados em metodologias participativas - como a cartografia social - apresentam maior potencial para promover aprendizagens significativas, ao integrarem saberes científicos e comunitários. O estudo identificou três eixos fundamentais para materiais didáticos inovadores: contextualização territorial, abordagem crítica dos conflitos socioambientais e uso pedagógico de múltiplas linguagens midiáticas. Como principais desafios, destacam-se a necessidade de formação docente específica e adaptações curriculares que viabilizem a integração desses recursos nas práticas escolares. A pesquisa conclui apontando caminhos para políticas públicas educacionais que articulem produção de materiais contextualizados, acesso a tecnologias críticas e formação continuada de professores, visando uma educação geográfica verdadeiramente transformadora.

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Publiée

2026-04-30

Numéro

Rubrique

Volume Especial "Congresso Internacional de Geoecologia das Paisagens e Planejamento Ambiental"

Comment citer

EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA CRÍTICA:: a interseção entre atlas escolares, cartografia social e contexto local. (2026). Caderno Prudentino De Geografia, 3(48), 69-86. https://revista.fct.unesp.br/index.php/cpg/article/view/11525