PERCURSOS PARA UMA GEOGRAFIA BIXA E PRETA OU A GEOGRAFIA NO LIMITE ENTRE RAZÃO E TESÃO

Auteurs

Résumé

Meu objetivo aqui é propor itinerários teórico-conceituais para quem, no Brasil, deseja pesquisar masculinidades dissidentes aliada(o) e engajada(o) com as Geografias Feministas e das Sexualidades. Tais itinerários me ajudam, também, a responder e/ou justificar as problemáticas que me conduziram a escrita, a saber: I) O tratamento analítico das masculinidades dissidentes na agenda de pesquisa geográfica brasileira carece de fundamentos conceituais e epistemológicos, e isso tem dificultado racializar àquelas; e II) As masculinidades dissidentes negras na agenda de pesquisa geográfica estão sob um vácuo teórico-metodológico. Isto em consideração, criei este manuscrito a partir do exercício da  revisão narrativa e revisão de scoping. Para tanto, realizei antes uma busca bibliográfica e a revisão da literatura especializada (artigos, teses e dissertações). Daí que meus dados são todos qualitativos e o tratamento deles ocorreu com o exercício da análise discurso. Conceitualmente, minha escrita está enraizada nos princípios e fundamentos oriundos das Geografias Feministas, dos Feminismos Negros e das teorias decoloniais. Ao fim, concebo a Bixa-Preta como corporeidade diaspórica para pensar geograficamente as encruzilhadas de gênero, sexualidade e classe que são racialmente definidas e suas repercussões assimétricas na composição, ocupação e ordenação dos espaços e lugares.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Biographie de l'auteur

  • Victor Dantas Siqueira Pequeno, Universidade Federal do Paraná

    Doutorando em Geografia na Universidade Federal do Paraná (UFPR/PPGGEO). Mestre em Geografia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/PPGGEO). Licenciado em Geografia pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS/UUCG) com período sanduíche na Facultad de Geografía da Universidad de La Habana (2022.2). Membro do Laboratório de Espacialidades Urbanas (LabEU/CNPq).

Références

ALCOFF, L. Uma epistemologia para uma próxima revolução. Revista Sociedade e Estado, Brasília, v. 31, p. 129-143, 2016 [2011].

ANZALDÚA, G. Falando em línguas: uma carta para mulheres escritoras do terceiro mundo. Tradução de Édna de Marco. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 8, n. 1, p. 229-236, 2000.

ANZALDÚA, G. Como domar uma língua selvagem. Tradução de Joana Plaza Pinto e Karla Cristina dos Santos. Cadernos de Letras da UFF, Niterói, n. 39, p. 305-317, 2009.

BAGAGLI, B. P. Abordando estereótipos de gênero e cisgeneridade: entre a subversão e resistência nos discursos transfeministas e feministas radicais trans-excludentes. Leitura, Maceió, n. 69, p. 55-68, 2021. DOI: https://doi.org/10.28998/2317-9945.202169.55-68

BALDWIN, J. O quarto de Giovanni. Tradução de Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2018 [1956].

BARRETO, A. de O. Masculinidade negra e a colonização: ecos do passado no presente. Kwanissa, São Luís, v. 5, n. 12, p. 183-198, 2022a. DOI: https://doi.org/10.18764/2595-1033v5n12.2022.9

BARRETO, A. de O. Masculinidade negra em debate: é possível pensar uma masculinidade negra feminista? Revista de História – UFBA, Salvador, v. 10, n. 2, p. 1-15, 2022b. DOI: https://doi.org/10.9771/rhufba.v10i2.52362

BUTLER, J. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução de Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003 [1990].

BUTLER, J. Corpos que importam: Os limites discursivos do “sexo”. Tradução de Veronica Daminelli e Daniel Yago Françoli. São Paulo: n-1 Edições, 2019 [1993].

CAMPOS, M. P.; SILVA, J. M.; SILVA, E. A. Emoção corporificada e potência para constituição de espaços de luta para superar a violência sexual sofrida por mulheres. Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, v. 3, n. 41, p. 37–50, 2019.

CARNEIRO, R. T. Eles não moram, se escondem, não dormem, viram a noite: vivências espaciais de homens que transformam a rua em casa na cidade de Ponta Grossa, Paraná. 152f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Setor de Ciências Exatas e Naturais, Ponta Grossa, 2018.

CARNEIRO, S. Dispositivo de racialidade: A construção do outro como não ser como fundamento do ser. Rio de Janeiro: Zahar, 2023.

COLLINS, P. H. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento. Tradução: Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Boitempo, 2019 [1990].

CONNELL, R. W. Masculinidades. Traducción de Irene Ma. Artigas. Ciudad de México: Universidad Nacional Autónoma de México, 2003 [1995].

CORDEIRO, F. de C. Eu sou digna de afeto? A construção da afetividade de Bichas Pretas: da educação infantil às redes sociais. Revista Da Associação Brasileira De Pesquisadores/as Negros/As (ABPN), Curitiba, v. 16, n. Edição Especial, p. 594-619, 2023.

COSTA, B. P. Por uma Geografia do cotidiano: território, cultura e homoerotismo na cidade. 362f. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2007.

COSTA, B. P. As geografias das constituições dos devires-expressivos das pessoas como diferenças: perspectivas da análise nas pesquisas em microterritorialidades. Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, n. 42, v. 2, p. 90-114, 2020.

CRENSHAW, K. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 10, n. 1, p. 171–188, 2002. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2002000100011

CYRINO, R. A deriva transfóbica do feminismo radical dos anos 1970. Varia História, Belo Horizonte, v. 39, n. 79, p. 1-30, 2023. DOI: https://doi.org/10.1590/0104-87752023000100007

DUQUE, T. Quem ainda ri da bicha preta, efeminada e pobre? Funk, (re)conhecimento e direitos LGBT em tempos de pânico moral. Educação Temática Digital, Campinas, v. 21, n. 4, p. 889-907, 2019.

EVARISTO, C. A escrevivência e seus subtextos. In: DUARTE, C. L.; NUNES, I. R. Escrevivência: a escrita de nós - reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020, p. 27-45.

FERREIRA, A. de J. Teoria Racial Crítica e Letramento Racial Crítico: narrativas e contranarrativas de identidade racial de professores de línguas. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), Curitiba, v. 6, n. 14, p. 236–263, 2014.

FLICK, U. Introdução à metodologia de pesquisa: um guia para iniciantes. Tradução de Magda Lopes. Porto Alegre: Penso, 2013.

FOUCAULT, M. Microfísica do Poder. 13 ed. Tradução de Roberto Machado. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1979.

GILROY, P. O atlântico negro: modernidade e dupla consciência. Tradução de Cid Knipel Moreira. São Paulo: Editora 34, 2001.

GOERGEN, E. D. dos R. Homossexualidades na territorialidade tradicionalista gaúcha. 201p. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ciências Naturais e Exatas, Santa Maria, 2017.

GOMES, F. B. Necropolíticas espaciais e a instituição de masculinidades de jovens homens envolvidos na violência homicida na cidade de Ponta Grossa, Paraná. 299f. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Setor de Ciências Exatas e Naturais, Ponta Grossa, 2018.

GONTAREK, D. D. Honra, paixão e sangue: a constituição relacional do espaço doméstico e masculinidades violentas envolvidas em violência doméstica na cidade de Ponta Grossa, Paraná. 146f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Setor de Ciências Exatas e Naturais, Ponta Grossa, 2020.

HANKE, W. Espaço, interseccionalidades e vivência gay na cidade de Ponta Grossa, Paraná. 227f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Setor de Ciências Exatas e Naturais, Ponta Grossa, 2016.

HARAWAY, D. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Tradução de Mariza Corrêa. Cadernos Pagu, Campinas, n. 5, p. 7–41, 1995.

hooks, b. A gente é da hora: homens negros e masculinidade. Tradução de Vinícius da Silva. São Paulo: Elefante, 2022 [2004].

JESUS, A. de S. Notas sobre a atualidade da ferida colonial. Recife: Titivillus Editora, 2022.

LUGONES, M. Rumo a um feminismo descolonial. Tradução de Juliana Watson e Tatiana Nascimento. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 22, n. 3, p. 935-952, 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/%25x

MANGUEBIXA, T. Sentimentos do mundo em cartografia sentimental para o fim do mundo//Notas de um bixa preta sertaneja. Revista Poiésis, Niterói, v. 23, n. 40, p. 66-71, 2022. DOI: https://doi.org/10.22409/poiesis.v23i40.54905

MARQUES JÚNIOR, J. S. Notas sobre um itinerário bibliográfico: onde estão os homossexuais negros? Em Pauta, Rio de Janeiro, v. 9, n. 28, p. 183-194, 2011. DOI: https://doi.org/10.12957/rep.2011.2941

MASSEY, D. Geometrias do poder e a conceitualização do espaço. Tradução de André Pasti. Boletim Campineiro de Geografia, Campinas, v. 14, n. 1, p. 237-246, 2024 [2007]. DOI: https://doi.org/10.54446/bcg.v14i1.3563

MIGNOLO, W. Desafios coloniais hoje. Tradução de Marcos Jesus de Oliveira. Epistemologias do Sul, Foz do Iguaçu, v. 1, n. 1, p. 12-32, 2017.

MILANI, P. H. Geografia e gênero: uma desobediência no campo geográfico? Terra Livre, São Paulo, v. 2, n. 63, p. 32-65, 2024. DOI: https://doi.org/10.62516/terra_livre.2024.3666

MILLS, C. W. O contrato racial. Tradução de Teófilo Reis e Breno Santos. Rio de Janeiro: Zahar, 2023 [1997].

NOVELI, M. Do off-line para o online: a Netnografia como método de pesquisa ou o que pode acontecer quando tentamos levar a Etnografia para a internet? Organizações em Contexto, ano 6, n. 12, p. 107-133, 2010.

NUNES, D. M. A produção das masculinidades e socioespacialidades de homens que buscam parceiros do mesmo sexo no aplicativo Tinder em Rio Grande - RS. 185f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande, Instituto de Ciências Humanas e da Informação, Rio Grande, 2019.

OLIVEIRA, A. L. Corpo, espacialidade e maternagem: Trilhas para uma geografia corporificada. Revista da ANPEGE, Dourados, v. 17, n. 32, p. 217–243, 2021. DOI: https://doi.org/10.5418/ra2021.v17i32.12472

ORLANDI, E. P. Análise de discurso. Campinas: Editora Pontes, 2005.

ORNAT, M. J. Território descontínuo e multiterritorialidade na prostituição travesti através do Sul do Brasil. 279f. Tese (Doutorado em Geografia) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2011.

PAGNAN, R. Espaço, gênero e identidade: a onipresença da masculinidade e a revolução das bixas transviadas. Revista Periódicus, Salvador, v. 1, n. 13, p. 156-174, 2020. DOI: https://doi.org/10.9771/peri.v1i13.35209

PEQUENO, V. D. S. Rasuras de uma Bixa-Preta e o elo entre as Geografias Feministas e Geografias Negras: Corpo-Território. 261p. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ciências Naturais e Exatas, Santa Maria, 2025.

PEREIRA, A. L.; LACERDA, S. S. P. de. Letramento racial crítico: uma narrativa autobiográfica. Travessias, Cascavel, v. 13, n. 3, p. 90-106, 2019.

PETRONILIO, P. “Se liga macho”: A encruzilhada po(Ética) de uma bixa preta. Ephemera Journal, Ouro Preto, v. 3, n. 6, p. 94-114, 2020.

PINHO, O. Qual é a identidade do homem negro? Democracia Viva, n. 22, p. 64-69, 2004.

PRZYBYSZ, J.; SILVA, J. M. Pesquisar para transgredir: fazendo geografias feministas corporificadas. Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, v. 3, n. 41, p. 51-62, 2019.

RAMOS, É. C. M.; MILANI, P. H. O corpo fora de lugar: de uma Geografia dos indivíduos para uma Geografia dos sujeitos. GEOgraphia, Niterói, v. 24, n. 52, p. 1-18, 2022. DOI: https://doi.org/10.22409/GEOgraphia2022.v24i52.a51617

RATTS, A. Negritude, masculinidade, homoerotismo e espacialidade em James Baldwin: uma leitura brasileira. In: SILVA, J. M.; ORNAT, M. J.; CHIMIN JUNIOR, A. B. (Orgs.). Espaço, Gênero & Masculinidades Plurais. Ponta Grossa: Todapalavra, 2011, p. 225-260.

RIBEIRO, A. A. M. Homens negros, Negro homem: sob a perspectiva do feminismo negro. REIA – Revista de Estudos e Investigações Antropológicas, Recife, v. 2, n. 2, p. 52-75, 2015.

RIBEIRO, J. L. Pais. Revisão de investigação e evidência científica. Psicologia, Saúde & Doenças, v. 15, n. 3, p. 674-682, 2014.

RIBEIRO, M. A. Prostituição de rua e turismo: a busca do prazer na cidade do Rio de Janeiro. GeoUERJ, Rio de Janeiro, n. 3, p. 53-65, 1998. DOI: https://doi.org/10.12957/geouerj.1998.48989

RIBEIRO, M. “Eu decido se ‘cês vão lidar com King ou se vão lidar com Kong”: homens pretos, masculinidades negras e imagens de controle na sociedade brasileira. Humanidades & Inovação, Palmas, v. 7, n. 25, 118-134, 2020.

RODRIGUES, W. H. de S. Desmitificando a sensualidade naturalizada do ébano: Um estudo acerca da objetificação do homem negro. Cadernos de Gênero e Tecnologia, Curitiba, v. 13, n. 41, p. 267-284, 2020.

ROSSI, R. Espacialidade carcerária e a instituição de masculinidades entre homens jovens egressos em Ponta Grossa, Paraná. 381f. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Setor de Ciências Exatas e Naturais, Ponta Grossa, 2017.

ROSSINI, R. E. As Geografias da modernidade – Geografia e Gênero – Mulher, trabalho e família: o exemplo da área de Ribeirão Preto – SP. Revista do Departamento de Geografia, São Paulo n. 12, p. 7-26, 1998. 2025. DOI: https://doi.org/10.7154/RDG.1998.0012.0001

SANTOS, A. E. C. dos. Vivências transmasculinas em espaços educacionais de nível superior do Sul do Brasil e a multiplicidade espacial. 283f. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Setor de Ciências Exatas e Naturais, Ponta Grossa, 2020.

SCHIBELINSKI, D. “Isso é coisa do capeta!”: o papel da “ideologia de gênero” no atual projeto político de poder. Retratos da Escola, v. 14, n. 28, p. 15–38, 2020. DOI: https://doi.org/10.22420/rde.v14i28.1131

SILVA, J. M. Um ensaio sobre as potencialidades do uso do conceito de gênero na análise geográfica. Revista de História Regional, Ponta Grossa, v. 8, n. 1, p. 31-45, 2003.

SILVA, J. M. Geografias subversivas: discursos sobre espaço, gênero e sexualidades. Ponta Grossa: Todapalavra, 2009.

SILVA, J. M. Geografias Feministas, Sexualidades e Corporalidades: Desafios às práticas investigativas. Espaço e Cultura, Rio de Janeiro, n. 27, p. 37–54, 2010.

SILVA, J. M.; ORNAT, M. J. Espaços e múltiplas masculinidades: um desafio para o conhecimento científico geográfico brasileiro. In: SILVA, J. M.; ORNAT, M. J.; CHIMIN JUNIOR, A. B. (Orgs.). Espaço, Gênero & Masculinidades Plurais. Ponta Grossa: Todapalavra, 2011, p. 23-53.

SILVA, J. M.; ORNAT, M. J. Corporeidade: sexualidades no mercado sexual transnacional sob o olhar eurocêntrico. Geousp – Espaço e Tempo (Online), São Paulo, v. 20, n. 1, p. 69-82, 2016. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2016.98302

SILVA, S. M. V. Geografia e gênero/Geografia feminista - O que é isto? Boletim Gaúcho de Geografia, Porto Alegre, v. 23, n. 1, p. 104-110, 1998.

SIMON, C. R. Feminicídio epistemológico: práticas misóginas na Geografia. Terra Livre, São Paulo, v. 1, n. 57, p. 166-189, 2021. DOI: https://doi.org/10.62516/terra_livre.2021.2289

SOUZA, G. de L. Na praia, na montanha, sob a luz do luar ou em algum lugar além do arco-íris: perspectivas geográficas acerca das espacialidades homossexuais masculinas representadas nos filmes Praia do Futuro, Brokeback Mountain e Moonlight. 224f. Tese (Doutorado em Geografia) - Pontifícia Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Geografia, Rio de Janeiro, 2021.

SPAREMBERGER, C. O feminismo radical em questão: uma sistematização das perspectivas do feminismo radical da segunda onda do movimento feminista estadunidense (1968-1975). Revista Feminismos, Salvador, v. 12, n. 2, p. 1-23, 2024. DOI: https://doi.org/10.9771/rf.12.2.50751

TAVARES, A. L. B.; OLIVEIRA, A. L. De deslugarizada à endiabrada: discursos pessoais, políticos e poéticos acerca da preta-bixisse. Revista Continentes, Seropédica, v. 11, n. 21, p. 182-200, 2022. DOI: https://doi.org/10.51308/continentes.v1i21.349

VASCONCELOS, A. P. N. Os cinemões como espaços de tensionamento à ordem hegemônica da sexualidade na produção do espaço urbano de Fortaleza-CE. 135f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Estadual do Ceará, Centro de Ciências e Tecnologia, Fortaleza, 2018.

VEIGA, L. As diásporas da bixa preta: sobre ser negro e gay no Brasil. Tabuleiro de Letras, Salvador, v. 12, n. 1, p. 77-88, 2018. DOI: https://doi.org/10.35499/tl.v12i1.5176

VERGÈS, F. Um feminismo decolonial. Tradução de Jamille Pinheiro Dias e Raquel Camargo. São Paulo: Ubu Editora, 2020.

Téléchargements

Publiée

2026-05-26

Numéro

Rubrique

Artigos/Articles/Artículos/Articles

Comment citer

PERCURSOS PARA UMA GEOGRAFIA BIXA E PRETA OU A GEOGRAFIA NO LIMITE ENTRE RAZÃO E TESÃO. (2026). Caderno Prudentino De Geografia, 1(48), 234-257. https://revista.fct.unesp.br/index.php/cpg/article/view/11218