“O ÚNICO QUE NÃO PERDEMOS ATÉ AGORA É A VIDA, POR ISSO LUTAMOS, POR UMA NOVA VIDA” – R-EXISTÊNCIAS DOS CAMPONESES E CAMPONESAS DA ZONA DE RESERVA CAMPONESA DO VALE DO RIO CIMITARRA, COLÔMBIA

Mercedes Solá Pérez

Resumo


No contexto de crise estrutural do capital, de acumulação por espoliação e mercantilização de todas as esferas da vida é imprescindível visibilizar outras formas de sociabilidade e de construção de outros mundos. Por isso, o objetivo deste trabalho é identificar as r-existências sociais vivenciadas junto às comunidades da Zona de Reserva Camponesa do Vale do Rio Cimitarra (ZRC-VRC) relacionando-as com o marco legal e a luta por justiça territorial. Para isso, utiliza-se a perspectiva da descolonialidade como possível lente de leitura da realidade. Considera-se que diante do cenário de conflitos permanentes na Colômbia – e na América Latina como um todo –, especialmente devido ao modelo primário exportador neocolonial, torna-se urgente (re)criar formas de sociabilidade que privilegiem a vida em lugar de continuar hegemonizando-nos e homogeneizando-nos pelo projeto de morte do sistema capitalista moderno/colonial.

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