Distribuição Espacial e Rotas de Disseminação dos Agentes e da Infecção da Leishmaniose Visceral Americana em Humanos e Animais do Estado de São Paulo | Spatial Distribution and Means of Dissemination of the Agents and Infection of American Visceral Leish

Lourdes Aparecida Zampieri D'Andrea

Resumo


Introdução: A Leishmaniose Visceral Americana (LVA) caracteriza-se hoje como a principal endemia parasitária do Estado de São Paulo e de diversas outras regiões brasileiras. Hoje a autoctonia da LVA com casos humanos e/ou caninos está identificada nas regiões abrangidas pelos Departamentos Regionais de Saúde de Araçatuba, Bauru, Marília, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Campinas, Sorocaba e Região Metropolitana da Grande São Paulo. Muito pouco se conhece sobre a diversidade das leishmânias circulantes em São Paulo. Considerando-se o arsenal de técnicas e metodologias hoje disponíveis para a identificação específica e mesmo de subpopulações dos protozoários do gênero Leishmania, seja para o esclarecimento de áreas silenciosas, ou de importância epidemiológica; melhoria do diagnóstico laboratorial; na prospecção de fatores ambientais associados a transmissão, torna-se imprescindível conhecer a distribuição espacial e as rotas de disseminação de leishmanias circulantes no estado e suas interações escalares, com base na infecção em humanos e animais. Ao enfrentar estes desafios, o trabalho nos remete a uma questão maior: em que medida a categoria espaço é fundamental para se compreender o processo saúde-doença? O presente projeto tem como proposta o desenvolvimento de uma visão integrada das condições socio-ambientais do ciclo de transmissão da Leishmaniose Viceral Americana (LVA) no estado de São Paulo. Metodologia/Desenvolvimento: Para isto fará uso de conhecimentos geoepidemiológicos e de ferramentas de geoprocessamento e análise espacial para analisar as rotas de disseminação dos agentes e da infecção da doença na população canina e humana. Para entender o contexto da área, será realizado o levantamento ambiental, que constitui a criação de bases cartográficas que tenham sido elencadas como explicativas do fenômeno estudado (LVA), com base na bibliografia sobre o tema. A segunda etapa serão os cruzamentos de dados. Análise crítica das técnicas laboratoriais que constituem o arsenal diagnóstico da(s) leishmanioses para melhor compreensão do processo saúde-doença. Considerações finais: A comparação destas diferentes experiências, assim como os resultados laboratoriais de diagnóstico das leishmanioses deverá ser incorporada nas camadas de informação dos mapeamentos e análises que serão realizados.


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DOI: https://doi.org/10.33026/peg.v0i0.2925

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