A CRISE DE ACUMULAÇÃO DO CAPITAL E A BUSCA POR SOBRELUCROS NA NATUREZA: A EXPROPRIAÇÃO DA VIDA PELAS GRANDES FRAÇÕES DO CAPITAL INDUSTRIAL, IMOBILIÁRIO E FINANCEIRO

Alan Faber Nascimento

Resumo


Este artigo pretende demonstrar como as contradições constituídas no seio da formação, da realização e da distribuição da mais-valia têm levado o capitalismo a uma espécie de reprodução “fantasmagórica”, na qual vicejam a predação sobre a natureza e, sobretudo, a violência contra os mais pobres. Mais precisamente, objetiva-se elucidar como, no esforço constante para pôr e repor seus pressupostos, a mercantilização da natureza pelo capital tem erguido novas barreiras que, ao final, acabarão obstaculizando a própria reprodução da vida na Terra. Para isso, num primeiro momento, busca-se, no interior do pensamento marxista contemporâneo, recolocar, agora sob o ângulo ambiental, o debate clássico sobre as crises do capital. E, num segundo momento, tomando como referência as estratégias das grandes empresas, evidencia-se como a natureza tornou-se um álibi para a extração de sobrelucros na produção capitalista.


Palavras-chave


Capitalismo;Crise;Natureza;Sobrelucros

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DOI: https://doi.org/10.33026/peg.v13i1.1055

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