PAREM A INTOXICAÇÃO! CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESPACIALIZAÇÃO DOS AGROTÓXICOS EM ALAGOAS

Lucas Gama Lima, Anderson Ribeiro Miranda, Erica Franciele da Silva Lima, José Rodolfo da Silva Santos, Erica Silva Maciel Santos

Resumo


As considerações que seguem têm como propósito identificar e analisar as contradições do hegemônico modelo químico-dependente na agricultura, usando como recorte espacial o estado de Alagoas. Parte-se do pressuposto de que a emergência do capitalismo monopolista, no final do século XIX, engendrou a formação de megacorporações agroquímicas e aprofundou a subordinação da agricultura aos imperativos da reprodução do capital. Nesse sentido, o advento da Revolução Verde fomentou a transição para práticas agrícolas pautadas nas invenções provenientes dos laboratórios das empresas, principalmente, nos agrotóxicos. Salienta-se que a comercialização e o consumo expressivo de agrotóxicos em Alagoas têm intoxicado dezenas de pessoas, anualmente, e esse processo deve ser visto como parte da violência no campo.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.33026/peg.v3i20.6358

A Pegada está indexada em:

LATINDEX - http://www.latindex.unam.mx/

Sumarios.org - http://sumarios.org/

Scientific Indexing Services (SIS) - http://sindexs.org/

GEODADOS - http://geodados.pg.utfpr.edu.br/

Capes Periódicos - http://www.periodicos.capes.gov.br/

Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico (REDIB) - https://www.redib.org/

Directory of Open Acess Journals (DOAJ) - http://doaj.org/

EBSCO - https://www.ebsco.com/

ISSN: 1676-3025