REQUIÉM DE UM GOLPE ANUNCIADO

Júlio Cézar Ribeiro

Resumo


Dois tipos de “golpe” cresciam internamente à sociedade, e os dois legariam inevitável retardamento político no campo da esquerda, especialmente a partidos políticos e movimentos sociais. Um corria nas entranhas da própria esquerda, por sua reorientação tático-estratégica e os cismas e traumas por ela criados. O outro, o golpe de Estado jurídico-parlamentar, era o menos esperado, pela quantidade de suborno e cadeiras consentidas pelos governistas a bolsos e personalidades historicamente representativas do atraso. Completados, ironicamente, treze anos do governo petista, dito de centro-esquerda, a direita retoma o poder, caminhando para minar os poucos e parcos ganhos sociais ajuntados e, mais do que isso, preparar a retomada da privatização do que resta dos recursos estratégicos a um país que sempre “sonhou” proeminência. Os enxadristas são conhecidos: os entreguistas endógenos e os senhores da “casa grande” imperial. Prossegue o colonialismo, muito por culpa da esquerda. Afinal, da direita neonazista não se deveria esperar nada diferente.

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DOI: https://doi.org/10.33026/peg.v17i1.4463

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