A CENTRALIDADE DO TRABALHO E A TROCA ORGÂNICA ENTRE HOMEM E NATUREZA

Andre André Luis Amorim de Oliveira, Marcelino Andrade Gonçalves

Resumo


Dentro do contexto da Terceira Revolução Industrial, marcada pela crise estrutural do capital, a centralidade do trabalho permanece sendo uma referência importante no que tange à compreensão histórica geográfica do papel da força de trabalho frente às mutações impostas pelo capital. Este artigo procura resgatar (e contribuir) com alguns elementos importantes no que se refere à centralidade do trabalho num momento decisivo em que o capital tem exigido, cada vez mais, novos aparatos de gestão da força de trabalho, o que significa a ampliação da precarização do trabalho. Apresentamos também como elemento importante deste contexto uma aproximação do debate sobre a relação entre homem e natureza, considerando a centralidade do entendimento sobre o trabalho e sua polissemia.


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DOI: https://doi.org/10.33026/peg.v14i2.2589

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ISSN: 1676-3025