DEGRADAÇÃO E CENTRALIDADE DO TRABALHO (AS CONTRADIÇÕES DA RELAÇÃO CAPITAL X TRABALHO E O MOVIMENTO TERRITORIAL DE CLASSE)

Antonio Thomaz Junior

Resumo


A vigência da reestruturação produtiva do capital é a referência para sintonizarmos as mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho, que desde o final dos anos 1980 orienta novas linhas de expressão do conflito social. O formato clássico capital x trabalho divide importância com outras formas de configuração da dominação de classe, que implica novos olhares sobre as delimitações do que é trabalhar no campo (assalariado, camponês), e do que é trabalhar na cidade (assalariados, por conta própria, terceirzados, informais etc.), sob distintas relações sociais de produção e de trabalho. O fluxo contínuo dessas relações é que indicam as mudanças no perfil dos camponeses, as redefinições nas fileiras dos operários urbanos e rurais e, portanto, a plasticidade que atinge duramente o trabalho, em via de consequência, as mudanças nos/dos papéis sociais e político-ideológicos, atingem e contextualizam a degradação e o movimento territorial de classe da classe trabalhadora. 


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.33026/peg.v13i2.2021

A Pegada está indexada em:

LATINDEX - http://www.latindex.unam.mx/

Sumarios.org - http://sumarios.org/

Scientific Indexing Services (SIS) - http://sindexs.org/

GEODADOS - http://geodados.pg.utfpr.edu.br/

Capes Periódicos - http://www.periodicos.capes.gov.br/

Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico (REDIB) - https://www.redib.org/

Directory of Open Acess Journals (DOAJ) - http://doaj.org/

EBSCO - https://www.ebsco.com/

ISSN: 1676-3025