A (DES)ORDEM SOCIETÁRIA E TERRITORIAL DO TRABALHO (Os limites para a Unificação Orgânica)

Antonio Thomaz Junior

Resumo


Nesses últimos anos, nossas ações de pesquisa têm sido dedicadas à compreensão das travagens que dificultam e impossibilitam a compreensão do trabalho no âmbito da classe trabalhadora. Tanto nos campos quanto nas cidades, tem-se a materialização das mais variadas combinações entre expropriação, subordinação, sujeição e dominação do trabalho pelo capital e pelo Estado. É nesse ambiente de (des)realizações que o exercício do controle social do capital e do Estado sobre o trabalho, nos põe permanentemente ligados à pesquisa geográfica, pois assim entendemos que poderemos participar ativamente do debate e da interlocução que se assenta na polêmica que gira em torno das dificuldades de entendimento das sobreposições e da plasticidade rompida entre as diferentes formas de externalização do trabalho. É por essa via que a (des)ordem societária e territorial do trabalho expressa o esgarçamento das relações solidárias intra-classe trabalhadora. 


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DOI: https://doi.org/10.33026/peg.v13i1.2017

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