A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO E O COMERCIÁRIO DO CARREFOUR

Luzimar Barreto França Junior

Resumo


O texto faz parte de pesquisa produzida visando compreender o processo de reestruturação das grandes redes varejistas ocorrido desde a última década do século passado e os seus reflexos no processo de trabalho e junto aos trabalhadores destas redes. Se para a absorção e consumo da produção fordista houve a necessária transformação do comércio de varejo para atendimento das necessidades postas pelo capital, com o aparecimento do supermercado ao mesmo tempo em que a linha de montagem proposta pelo fordismo alcançava sua hegemonia. Com o toyotismo não foi diferente. Para este novo modelo de produção, novamente o setor do comércio varejista teve que experimentar mudanças significativas, ainda que tardiamente. As diversas transformações ocorridas no setor do comércio varejista levaram a um intenso processo de precarização e intensificação do trabalho. Fenômenos já verificados em outros setores, tais como a reestruturação capitalista, a precarização das condições de trabalho, monopolização/oligopolização, a desindicalização, entre outros, ganham novos contornos quando relacionados ao universo dos trabalhadores comerciários das grandes redes varejistas (Carrefour).


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DOI: https://doi.org/10.33026/peg.v10i1.1680

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