RESISTÊNCIAS CAMPONESAS MARANHENSES ÀS ESTRATÉGIAS DE DOMINAÇÃO E TERRITORIALIZAÇÃO EMPRESARIAIS/ Peasant maranhenses resistors to strategies of domination and corporate territorialization/ Resistencia campesina maranhenses a las estrategias de dominación y territorialización empresariales

Raifran Abidimar de Castro

Resumo


Objetivo deste artigo é demonstrar como as comunidades rurais maranhenses resistem às estratégias de dominação e territorialização das grandes corporações empresariais, principalmente das empresas Vale S/A e Suzano Papel e Celulose S/A. Para isso foram selecionadas as relações entre a mineradora e os trabalhadores rurais do Assentamento Francisco Romão, localizado em Açailândia (MA); e entre a silvicultora e as quebradeiras de coco da RESEX Ciriáco, em Cidelândia (MA). A relevância do artigo é demonstrar que apesar do incentivo do poder público à instalação de estruturas logísticas, industriais e florestais ligadas às multinacionais, sobressaindo-se às políticas públicas para as comunidades rurais, os trabalhadores camponeses ainda resistem às constantes investidas corporativas pela ampliação do seu poder nos territórios dos assentamentos e das reservas extrativistas maranhenses.

Palavras-chave


Luta política; Maranhão; assentamento rural; reserva extrativista.

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