A CONSTRUÇÃO INICIAL DO LIMIAR MODERNO SOBRE A REALIDADE E OS SENTIDOS: A DISTINÇÃO ENTRE NATUREZA E HOMEM

João Vitor Gobis Verges

Resumo


Propõe-se com este artigo a exposição da construção inicial das interpretações modernas sobre o universo que, de modo categórico, incide na composição de entendimento que individualiza a natureza e o homem. Neste sentido, cria-se a distinção entre as qualidades primárias e secundárias da matéria, ou seja, o conjunto das coisas reais e o conjunto das ilusões provocadas pela ação da realidade. Tal conjuntura está apresentada a partir da revisão bibliográfica e da correlação entre as formulações epistemológicas de pensadores como Nicolau Copérnico (1473-1543), Johannes Kepler (1571-1630) e Galileu Galilei (1564-1642), figurados no advento da Modernidade. Com isso, pretende-se contribuir com um trabalho de base para o discernimento de estruturações geográficas, caracterizadas nos debates que divergem em Geografia Física e Geografia Humana, evidenciando o processo de estruturação na Modernidade da divisão do objeto da realidade em aspectos físicos e humanos, possibilitando a ampliação das interpretações em relação à questão dicotômica nesta ciência.

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