O MST E A FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA DE CLASSE TRABALHADORA: IDEOLOGIA POLÍTICA OU REALIDADE CAMPONESA?

Rosemeire Aparecida de Almeida

Resumo


Este artigo analisa o desencontro existente entre a prática do MST e a teoria interpretativa desta prática. Dito de outra maneira, como a influência de intelectuais, como Moraes (1986), na interpretação da prática do MST produziu teorias que acabaram por negar os sujeitos da luta, ou seja, a condição de classe sui generis do campesinato. Na verdade, o estranhamento não é entre base e liderança, mas, sim, da prática com a teoria da prática que é produzida pelos intelectuais que, de diferentes maneiras, caminham com o MST. É essa teoria que tem dado características de Organização ao Movimento Social e tem feito do sonho camponês da terra de trabalho, a luta pela transformação do capitalismo.


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DOI: https://doi.org/10.33081/formação.v2i13.631

Revista Formação (Online). ISSN: 1517-543X. E-ISSN: 2178-7298

 

 

INDEXAÇÕES E BASES BIBLIOGRÁFICAS

                         

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