PESQUISAR PARA TRANSGREDIR: FAZENDO GEOGRAFIAS FEMINISTAS CORPORIFICADAS

Juliana Przybysz, Joseli Maria Silva

Resumo


Resumo: Este artigo constrói a compreensão da relação entre o fazer científico corporificado e a ética feminista. Produzir ciência envolve uma série de poderes que estão na base da constituição do conhecimento da modernidade. Herdeiras desse modo de fazer pesquisa e simultaneamente comprometidas em romper com esta dinâmica, as pesquisas feministas têm considerado que todo saber é situado e que as metodologias criadas são fonte de reflexibilidade. Com base no processo investigativo realizado para desenvolver pesquisa sobre as espacialidades das mulheres prostitutas de baixa renda no exercício da maternagem, analisamos as ações e relações estabelecidas na constituição do campo de pesquisa, tendo como foco a corporeidade como elemento fundante da construção do saber.


Palavras-chave


Pesquisa feminista; corporeidade; ética feminista

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Caderno Prudentino de Geografia - ISSN: 2176-5774

 

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