DIREITO DA CRIANÇA PEQUENININHA A CRECHE: DISPUTAS E RETROCESSOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Solange Estanislau Santos, Elina Elias Macedo

Resumo


RESUMO: pretendemos neste artigo explorar alguns aspectos que envolvem as disputas e os retrocessos políticos da educação infantil no Brasil nos últimos anos. Com a interlocução dos estudos das Ciências Sociais, Pós-coloniais e da Pedagogia da Infância, problematizaremos três impasses que configuram a situação da educação das crianças pequeninhas: o paradoxo entre o direito da criança e o da mulher trabalhadora, que retoma a discussão sobre a responsabilidade da família educar; a insistente dicotomia entre educar e cuidar que reverbera em políticas multisetoriais que podem muitas vezes indicar um retrocesso; a obrigatoriedade da matrícula aos quatro anos de idade (EC 059/2009) que direciona o investimento para a pré-escola e reproduz a já superada cisão da educação infantil. Por fim, traremos algumas inquietações sobre possibilidades descolonizadoras e emancipatórias do processo educativo que desconstrua relações adultocêntricas.  

 



Palavras-chave


bebês; creche; políticas públicas.

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DOI: https://doi.org/10.14572/nuances.v28i3.5269


Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação e do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia/Unesp - Presidente Prudente.

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