CURRÍCULO E INFÂNCIA: O QUE QUEREM (PARA) AS CRIANÇAS?

Cristiane Gomes de Oliveira, Maria Clara de Lima Santiago Camões

Resumo


A compreensão de currículo como produção cultural e da escola como contexto local onde os sentidos são negociados, evidencia a escola como espaço de produção de discursos políticos. Assumimos neste trabalho, uma perspectiva discursiva trazendo Bhabha e Bakhtin como nossos principais interlocutores para discutirmos o currículo, argumentando em favor de uma prática discursiva e o ato de enunciar como espaço de elaboração de sentidos. Aportadas no pensamento pós-estrutural, problematizamos a produção curricular na Educação Infantil, refutando identidades fixadas e propostas universalistas ou polarizadas. Finalizamos o artigo apontando para a subversão da lógica escolar da previsibilidade em direção à experiência da infância, refletindo sobre o papel das crianças na elaboração de sentidos e contornos que vão dando às práticas.

Palavras-Chave:Currículo. Educação Infantil. Infância. Cultura. 


Palavras-chave


Currículo. Educação Infantil. Infância. Cultura.

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DOI: https://doi.org/10.14572/nuances.v27i3.4580


Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação e do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia/Unesp - Presidente Prudente.

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